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o meu jacinto deste ano

30.1.12
tem flores lá no cimo, mas também no meio das folhas

























e agora as primeiras, já a querer dizer adeus
outras mesmo ao lado, vestidas de rosa claro


























será que as deste serão...














claríssimas?

um presente delicioso

8.1.12
a minha prima "secreta" Campos
presenteou-me com um caderno feito de retalhos
cheio de pormenores deliciosos














cabe-me agora a mim
enchê-lo de memórias
ideias
rabiscos

e parvoeiras várias

obrigada priminha
<3 és linda

sete

25.12.11
gosto do sete

e hoje faz sete
que me sentei ali na varanda fechada
onde estava o computador
e comecei este blog

sete anos
uns mais recheados de posts do que outros

relatos de viagens
dobragens de papel
desenhos e bonecadas
caras e corações
descobertas e parvoeiras várias

às vezes gosto de passear pelas páginas
e relembrar outros tempos, outras histórias
e (re)descobrir momentos assim - http://catrela.blogspot.com/2006/12/leque.html

o blog da bonecada

30.5.11
é aqui - http://whatsaboutthedoll.wordpress.com/
passem por lá para doses de loucura bonecal

as aventuras de Mary na Madeira

30.3.11

mal chegámos fomos logo muito bem tratadas com uma Nikita fresquinha ao sol e em frente a uma bela paisagem

os dias seguintes foram calmos.
depois conheci a Raquel e ficou tudo um pouco mais turbulento


foram uns belos dias passados com os manos
e o Zé cão
e os patinhos
e a Neuza
e a madrinha da mana
e a mãe, pois...
e mais os amigos lá da terra


no aniversário da madrinha da mana o Paulo meteu-me logo nos copos
mas depois a mãe foi-me buscar e pôs-me de castigo a dormir na cozinha com os manos

ah... e voltei com um novo vício!

Porto 22 graus

21.3.11
porto 22 graus
à espera da mala

o corpo não queria ainda voltar
agarra-se pela ponta dos dedos

é refrescante sair
largar a rotina;
regresso aos poucos
agarrada a uma certa apatia

a pressão ao descer, na cabeça, nariz... os milésimos de segundo de "queda livre" e a senhora do lado que agarra a perna do marido a cada solavanco.

as palavras atropelam-se na cabeça
e os dedos não sabem bem o que escrever
e a mala que não vem e me dá mais uns momentos fora da minha realidade
já rola o tapete
e cá estou
está calor
e a electricidade estática estala-me nas mãos quando tiro o casaco
(please take off your jacket ó cara de estrangeira; mérci e áurrevuár)

acabei de ler o Livro
e vejo tudo ligado
o emigra francês do Livro, os franceses no avião que não param de parlê
a sensação de clareza de encaixe de todas as peças
mesmo aquelas que pareciam não pertencer a este puzzle
embriagada de sono,
deixo vaguear o pensamento
para não ter de estar já aqui
de volta à vidinha
só mais um pedaceinho...
absorvo pronúncias, gestos, risos, formas de falar
reproduzo-os inconscientemente
e as palavras que me saem pelos dedos são como as do Livro
misturadas no tempo e no espaço
e agradeço ao autor, assim como ele agradece ao leitor
a claridade
a nesga de luz que se abriu e libertou tantas palavras

o céu aqui está mais azul e o mar também
ao contrário do que esperava.
fomos almoçar à beira-mar
aproveitar este sol

abrir a mala
sentir os cheiros
especiarias, broinhas
diluente, detergente
depois de uns dias entupidos, os cheiros invadem-me as narinas

estou numa luta contra o sono
escrever e escrever antes de acordar
antes de esquecer
antes de acordar aqui e já não ser lá
e depois já não saber exactamente as mesmas palavras
e perdê-las da memória

é bom sair
é preciso mudar o ponto de vista
é preciso dançar e dar saltinhos e dar abraços a um copo de vinho
é preciso ser ridícula e rir e fazer parvoíces
é preciso dar, fazer, partilhar
fazer…
ser útil
é preciso jogar e ganhar e perder e ter muita sorte, ou ter muitos duques
e rir de tudo isso e do que mais vier

voltar de coração cheio
e de mãos com tinta, demãos de tinta.. e pingos de tinta nos sapatos
e pingos de leite na bica: sai mais um garoto enquanto rabisco nas toalhas de papel do café
e bebo um chá e vamos ao Sá, ou bebo uma brisa maracujá; ice tea é que não pode ser!
e uma broinha que vem sempre a calhar
e um prego especial e saio a rebolar
… também há muita humidade nesta “ila” da Madeira…

e sentir-me tão em casa que só apetece dizer até já
3.3.11
Camélias
brancas e cor-de-rosa
e um rosa mais clarinho
e pétalas pelo chão
canteiros de amores-perfeitos de muitas cores
um arbusto coberto de rosa
e flores que não sei o nome
e mais canteiros: em forma de cogumelo; verde: e outro cheio de rosas
arbustos moldados em forma de letras
e a relva
verde e cintilante ao sol
e pontinhos brancos; que fazem manchas de luz no meio do manto verde
e o céu tão azul que logo me faz lembrar Caetano
e o céu dum azul celeste celestial...

Natal

25.12.10




8.8.05
Para a Teresa, que nos deixou ontem e de quem vou ter muitas saudades...


Aniversário

28.6.05
Quando era pequena a nossa festa de anos (minha e da minha irmã) era sempre um acontecimento. Desenhávamos os convites que depois distribuíamos pelos nossos amigos. Juntávamos-nos todos em casa da avó Pilar. Na garagem, uma mesa cheia de doces e "bicos de pato" com fiambre e queijo. Lembro-me duns doces de côco que o meu pai fazia, que eram pequenas bolinhas, umas amarelas e outras brancas, envolvidas em açúcar. Uma delícia! Espalhadas pela mesa as "coisas fofinhas", gomas que comprávamos em Espanha, e rebuçados.
Como era Verão, ficávamos a tarde toda ao ar livre, nas brincadeiras. À noite, se coincidia com o S.João, juntavam-se mais uns amigos adultos e lançávamos fogo de artifício e balões. O lançamento do balão era uma coisa muito importante! :) Cada um segurava numa das "costuras" e esperávamos que este se enchesse de ar quente e começasse a querer fugir para o céu. Quando chegava a altura de o largar, ficava a torcer para que não batesse numa árvore ou num cabo de electricidade, até o ver, livre, a juntar-se aos outros balões que já andavam lá no alto.
É pena que estes momentos mágicos tenham ficado para sempre na infância. Como cantam os Bee Gees "Now we are tall, and christmas trees are small"; as coisas são muito diferentes vistas cá de cima...

recém-nascida

25.6.05
daqui a quatro horas faz vinte e sete anos...


24.6.05
é pr'amanhã...


Min Koi Máscara

3.6.05
faço agora parte de um grupo amador de teatro de marionetas e formas animadas. entre ontem e hoje fizemos cinco espectáculos para mais de mil crianças das escolas de Gondomar. foi uma experiência muito gratificante.


28.3.05
esta foto foi tirada em Fevereiro de 1980. eu e o meu pai