No pátio da She Si há, ao fundo, um jardim à chinesa, com relva volumosa e verde escura, um ribeiro odulante de água parada e turva, com peixinhos vermelhos, uma pequena estatueta, árvores e arbustos. O muro do fundo, pintado de vermelho, tem algumas pedras salientes. Ao olhá-las imagino que poderia correr por ali uma pequena cascata.
A zona onde praticamos Taichi é pavimentada com calçada à portuguesa, mas com um desenho oriental, um grande círculo ao centro, a negro e branco: o símbolo do Tai chi, também chamado de Ying Yang.
A separar-nos dos jardins laterais, duas cortinas de bambu que ondulam com o vento e nos envolvem na sua música sussurrada. E que, juntamente com o canto dos pássaros, quase abafam o barulho incessante dos carros que circulam nas ruas em volta.